21 de novembro de 2012

Orgulho e Preconceito: o filme e o livro


“Delirantemente charmoso”. Este é o comentário do jornal San Francisco Chronicle a respeito do filme "Orgulho e Preconceito" (2005). Consta na capa do DVD, e nenhuma frase resume melhor a história de Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy.

Assisti a esse filme há alguns anos, por recomendação de uma amiga, a Maisa. Ela disse que o filme era lindo, mas também que não havia nenhuma cena de beijo, em fidelidade ao livro e à época em que se passa (século XVIII). Como assim, sem beijo?”. Mas, garanto, nada poderia deixá-lo menos romântico. Talvez por mérito dos atores, é através do olhar, dos gestos, dos diálogos e do comportamento que vemos a intensidade dos sentimentos dos personagens.

Elizabeth Bennet é a segunda de uma família de 5 filhas (e não muitas posses). A mãe se descabela porque sua única preocupação é arranjar maridos para as filhas. A história começa com a chegada à vizinhança do jovem solteiro e rico Charles Bingley, que logo se interessa por Jane. Seu melhor amigo, Mr. Darcy, por outro lado, causa antipatia em Elizabeth, nossa protagonista. O preconceito por parte de ambos é o que move toda a história, que depois adquire rumos inesperados, até o momento em que nasce um novo amor entre eles.

Depois de algum tempo, finalmente li o livro da autora inglesa Jane Austen. O que posso dizer é que o livro também é um deleite, com a vantagem de ter, obviamente, mais detalhes. Os papéis principais da versão de 2005 são interpretados por Matthew Macfadyen e Keira Knightley.

Bridget Jones: a Elizabeth menos glamourosa
Os livros de Jane Austen até hoje inspiram outros filmes e livros, incluindo “O Diário de Bridget Jones”. A Bridget é uma versão estabanada e “gente como a gente” da Elizabeth, mas o Mark Darcy é exatamente como o outro Darcy (orgulhoso, porém correto) e o Daniel Cleaver é o equivalente moderno do Mr. Wickham (safado e bonitão).

"Orgulho e Preconceito" é um livro para ser lido por mulheres e homens. Além de uma bela história, é um mergulho nos costumes da sociedade europeia do século XVIII. Jane Austen usa um tom moderno e irônico nas suas obras, por isso elas são também divertidas e atemporais. Quanto ao filme, eu vejo, revejo e não canso de me emocionar com ele. Acho que a cena da chuva é uma das mais bonitas já feitas no cinema. A trilha sonora também é linda! E pra quem não se conforma com um romance sem beijos, o DVD tem um final alternativo.

Zumbis também amam

Essa é pra quem não gosta de filme romântico, mas curte um bom morto-vivo mordendo e contaminando meio mundo... hehe. Como a obra já é de domínio público, qualquer um pode usar a história, mudar, inventar, presepar e fazer o que quiser. Um cara chamado Grahame Smith escreveu “Orgulho e Preconceito e Zumbis”, que parece que vai virar filme. Estão cogitando até a Natalie Portman para o papel principal. Fãs de “The Walking Dead”, aguardem...

2 comentários:

  1. Menina, faz muuuuito tempo que não vejo um filme no estilo romântico. O último acho que foi Diário de Uma Paixão. Daí você tira, né!
    Pois bem, de lá pra cá só tenho visto filmes de terror ou pancadaria. Tô numa vibe meio Chuck Norris. Kkkkk!!!
    Confesso que até tenho esse DVD do Amor e Preconceito, mas cadê coragem?
    Se eu assistir vai ser em tua homenagem. :)
    Bj, sua linda!

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    1. Por falar em Chuck Norris, "Os Mercenários 2" foi firme, né? Ri demais na cena em que ele aparece!
      Mas assiste esse romance sim. Acho que você vai gostar... Beijo!

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