9 de dezembro de 2012

Um dia de diversão no Hopi Hari

Todo mundo tem um lado que nunca cresce. Se esse lado tem grande influência sobre você, não deixe de visitar o Hopi Hari. Localizado na cidade de Vinhedo, a 50 minutos de São Paulo, o parque de diversões é considerado um dos maiores da América Latina.

Da esquerda  para a direita: a casa fantasma com ares egípcios Katakumb; a montanha-russa Montezum; em frente ao Katakumb; entrando na montanha-russa; roda gigante; e fila para o Simulákron. 

Recentemente, houve um acidente fatal envolvendo uma garota no brinquedo de queda livre “La Tour Eiffel”. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas desde então tiraram a famigerada atração de funcionamento. Eu cheguei a experimentar esse mesmo brinquedo no nosso “primo pobre, porém digno” Ita Parque, em Belém, mas era coisa de 10 ou 15 metros, enquanto o do Hopi Hari tem 70m.

Compramos o passaporte pela internet: R$ 79,00 por pessoa. Comprando na hora, custava R$ 90,00. O esquema é o mesmo de outros grandes parques: não se pode entrar com comida ou bebida, então se prepare para pagar R$ 5,00 em uma mísera garrafinha de água mineral. Eles disponibilizam bebedouros logo no início do parque, mas é tão longe dos principais brinquedos que você acaba comprando água nas lanchonetes mesmo. Maldita estratégia de venda que dá certo.

De cara, a montanha-russa Montezum é a mais disputada. Segundo o site do parque, essa é a quarta maior montanha-russa de madeira do mundo. Lutei contra o bom senso (afinal, era de madeira) e fomos pegar aquela fila quilométrica. Apesar de dar muitas voltas, a fila anda rápido porque o percurso da montanha dura uns 2 minutos. É bom guardar os óculos porque os meus caíram no chão do carrinho e ficaram lá pulando até entortarem. Montanha-russa de madeira balança muito! Não que eu já tenha experimentado uma de metal, mas não é difícil perceber isso. Se não se segurar bem, a pessoa se bate toda e sai um caco, descabelada e torta, mas mesmo assim satisfeita. A sensação é ótima! Eles tiram fotos em uma das descidas mais íngremes e depois vendem pra gente. Mas adivinha só? A pessoa que tava na minha frente levantou a mão bem na hora e cobriu meu rosto. ¬¬

Evolution
Outra atração muito bacana é o Evolution. É um troço que gira de duas formas: um braço giratório movimenta o brinquedo inteiro e ele ainda gira em torno do próprio eixo, como a rotação e a translação da Terra (obrigada, ensino fundamental). De forma que ele te deixa ora de cabeça pra baixo, ora de costas, ora de barriga pra baixo olhando as pessoas lá embaixo bem pequenininhas. Depois da tensão inicial (quando você se retesa tanto se segurando na cadeira que, mesmo que não houvesse trava de segurança, você não cairia de lá nem por um decreto), dá até pra relaxar e apreciar a paisagem.

Alguns brinquedos são pagos à parte, como o Katakumb (R$ 15,00), uma casa fantasma que dá medo MESMO. Além dessa, tem outras casas fantasmas inclusas no passaporte, como La Mina del Joe Sacramento, que também é bacana.

Também vale a pena ir no Simulákron (um cinema que simula uma aventura, com cadeiras que se movem) e, se você estiver disposto a se molhar, no Rio Bravo. Pegamos uma fila muito demorada para ir em uma montanha-russa indoor chamada Vurang. É legal, mas, sinceramente, não valeu o tempo que a gente ficou no sol. O ideal é esperar pra ir depois das 15h, quando a procura diminui. Em breve, o Hopi Hari vai abrir uma nova área temática: a da Liga da Justiça. Dizem que a montanha-russa ali vai quebrar o recorde mundial em inversões.

A empresa tem ônibus próprios que saem de diversos pontos da capital e voltam no fim do dia. Ida e volta custam R$ 30,00. Quando for, não esqueça de usar tênis e protetor solar porque o sol de Vinhedo castiga um pouco. E olha, jamais duvide quando uma pessoa que mora em Santarém diz que algum lugar é quente.  

4 comentários:

  1. Kkkkkk!!! Adorei o "E olha, jamais duvide quando uma pessoa que mora em Santarém diz que algum lugar é quente."!

    Ai, Ju, eu adooooro parques de diversões. Já fui ao Play Center em SP, Terra Encantada no RJ, ITA (Kkkkk!!!) e Mirage (aqui em Manaus). Preciso falar do Mirage pra ti.

    Cara, pense num parque de diversões que dá medo. Não pelas atrações, mas pela falta de segurança. Kkkkk!!! Fui naquela barca (q lá é até pequenina) e, metida a escrota como sou, sentei bem na extremidade. Cara, quem disse q tinha algum dispositivo de segurança?! Só fiz me agarrar em um boneco que ficava grudado na ponta da barca e torcer pra ele não se soltar.

    Quanto ao Hopi Hari... Agora que tô trabalhando já dá pra ir. Kkkkkk!!! Bjuuu.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Huahuahauhaha! Tive um déjà vu agora... Esse Mirage é um que a gente paga uma taxa única e pode brincar à vontade? Se for o mesmo, eu fui nele uns 14 anos atrás e quase sofri um acidente em um dos brinquedos. Sempre digo isso do Ita também: a emoção tá na falta de segurança.
      O Playcenter faliu esse ano, mas fiquei com vontade de visitar esse Terra Encantada. Vambora explorar todos os parques de diversões desse mundão!

      Excluir
  2. E aí, Jussara! Tô esperando reportagem da Exposição sobre Arte Rupestre em Monte Alegre. Atualiza o blog. Ele tá muito procurado. heheh. beijo da mame

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Transmissão de pensamento! Atualizei o blog quase ao mesmo tempo em que a sra postou o comentário. :)

      Excluir